Em publicação em seu perfil no Twitter, Flávio agradeceu os integrantes do partido pelo “tratamento excepcional, transparente e respeitoso de todos os dias”. No tweet, o senador aparece em uma foto ao lado do presidente da sigla, o deputado Marcos Pereira, a quem chamou de “amigo”.
De acordo com nota divulgada pelo gabinete do senador quando ele se desfiliou do Republicanos, ele aguardava uma definição do seu pai, o presidente Jair Bolsonaro, sobre qual seria a nova sigla a qual eles deveriam se filiar.
Adilson Barroso disse ainda no encontro virtual que o presidente Jair Bolsonaro aceita se filiar ao partido “sem pedir uma bala” em troca.
Barroso tenta abrir caminho nos diretórios para facilitar a filiação do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e seus aliados. Uma ala da sigla, liderada pelo vice-presidente do partido, Ovasco Resende, e pelo deputado Fred Costa, porém, diz que há ilegalidade na convocação da convenção.
“Se vocês [ala contra Adilson] pegassem o partido, ele [Bolsonaro] não vinha nem se desse o mundo para ele. Mas graças a Deus ele vem hoje para o partido por causa da amizade sem pedir uma bala”, disse.
Flávio Bolsonaro foi mais um a sugerir a filiação do pai. “Agora com Bolsonaro na presidência da república, não tenho dúvida que a gente pode construir partido maior ainda que o PSL”, disse o senador.
O grupo opositor a Adilson afirma que houve retirada forçada de integrantes do diretório e de delegados nacionais para que o dirigente da legenda tenha a maioria. Com isso, abre-se caminho para a “entrega” do Patriota a Bolsonaro.
Jair Bolsonaro deixou o PSL em novembro de 2019, com a intenção de criar uma nova legenda chamada Aliança pelo Brasil.
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